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Mortes são atualizadas todo dia |
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| LOURIVAL
SANTANNA Enviado especial |
Terça-feira, 18
de agosto de 2009
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CABUL O porta-voz das Forças
Internacionais de Assistência à Segurança (Isaf, em
inglês) tem o cuidado de não repetir os textos literalmente.
Mas, com variações, transmite suas "mais profundas
condolências às famílias e entes queridos desses soldados,
que enfrentam suas perdas trágicas", e lembra que "esses
soldados fizeram o mais alto sacrifício para ajudar a dar uma chance
ao povo afegão de melhorar sua qualidade de vida". As nacionalidades
dos mortos só são informadas depois que suas famílias
foram avisadas. No domingo, foram
dois militares, em dois incidentes separados. No sábado, quatro
militares da Isaf, assim como quatro soldados afegãos, estavam
entre os 90 feridos pelo carro-bomba em frente ao quartel-general da força
em Cabul, que também deixou 7 civis mortos. Na quinta-feira, foram
outros três militares mortos. O mês de julho teve o maior
número de militares estrangeiros mortos desde a invasão
do Afeganistão pelos Estados Unidos e seus aliados, em outubro
de 2001: foram 75, dos quais 41 americanos. No total, mais de 1.300 militares
estrangeiros morreram desde o início do conflito. As mortes foram intensificadas
a partir do ano passado pelo uso de explosivos nas estradas pelos insurgentes
e pelas operações para forçar sua retirada de áreas
por eles ocupadas. A Isaf reúne 62 mil soldados americanos e 39
mil de outros 27 países membros da Organização do
Tratado do Atlântico Norte (Otan). |
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