Dez medidas para tirar o País do caos aéreo

LOURIVAL SANT’ANNA
Segunda-feira, 9 de abril de 2007

1 Fazer auditoria técnica independente, com participação de peritos estrangeiros, sobre os equipamentos, infra-estrutura e pessoal de controle do tráfego aéreo.

2 Subordinar a gestão do controle de tráfego aéreo e da infra-estrutura dos aeroportos a uma Secretaria Nacional de Transporte Aéreo, com acesso direto à Casa Civil.

3 A Casa Civil deve estabelecer uma política para o setor e a nova secretaria deve elaborar um planejamento para executá-la - e ser cobrada dos resultados.

4 Proibir, por lei, o contingenciamento de recursos de fundos setoriais, como o Aeronáutico e o Aeroviário.

5 Criar uma carreira única, civil, para os controladores de vôo, duplicar seus salários, abrir 500 novas vagas e limitar a jornada mensal de todos a 120 horas.

6 Acelerar a transição para o sistema CNS/ATM, de comunicações, navegação e vigilância por satélite, eliminar as "sombras de rádio" e ampliar as freqüências.

7 Construir uma pista que possa ser usada simultaneamente às já existentes nos aeroportos de Guarulhos, Congonhas e Recife, duplicando a capacidade de pousos e decolagens. Aumentar o espaço para os aviões em Brasília.

8 Transferir todos os vôos em aviões executivos de Congonhas para o Campo de Marte.

9 Construir o terceiro terminal em Guarulhos, ampliar o espaço para passageiros em Brasília e deixar que qualquer companhia use as áreas de check-in e check-out de todos os aeroportos, de acordo com a necessidade.

10 Fazer trens expressos ligando Guarulhos e Viracopos à região central de São Paulo e interligá-los com Congonhas, via metrô.

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