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Conselho
soma US$ 500 bilhões em ativos |
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LOURIVAL SANTANNA |
Sábado,
22 de maio de 2004
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| O Conselho Empresarial
Brasil-China, cuja criação será formalizada diante
dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hu Jintao, vai realizar
pesquisas e gestões perante os dois governos para tentar incrementar
os negócios entre os países. Inicialmente com 21 grandes empresas
brasileiras e 24 chinesas, somando cerca de US$ 500 bilhões em ativos
e US$ 100 bilhões em faturamento, o conselho vai depois se ampliar
para incluir médias empresas. "Há entre 15 e 20 empresas
pedindo para entrar de cada lado", conta Renato Amorim, secretário-executivo
da entidade. Segundo ele, o Conselho não vai funcionar como "balcão de negócios", oferecendo assessoria para as empresas, como fazem as Câmaras de Comércio. "O Conselho vai investigar e identificar gargalos e deficiências estruturais que afetam o comércio", explica Amorim. "Teremos demandas muito concretas para apresentar aos dois governos, como um acordo de proteção dos investimentos e créditos para exportações", exemplifica. A entidade reunirá, também, "inteligência comercial" para seus associados, fonrnecendo análises sobre a economia e o mercado dos dois países. Do lado chinês, o conselho será dirigido por Miao Gengshu, presidente da companhia de mineração Minmetals; do lado brasileiro, por Roger Agnelli, da Companhia Vale do Rio Doce. Em Pequim, ele funcionará na sede do Ministério do Comércio, criando, segundo Amorim, um canal direto entre as empresas e o governo chinês. Copyright © O Estado de S. Paulo. Todos os direitos reservados |
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