|
Governo injeta € 8 bi em obras municipais |
|
| LOURIVAL
SANTANNA Enviado especial |
Domingo,
12 de abril de 2009
|
|
MADRI Mas a estratégia
está longe de ser uma unanimidade. O economista Alfredo Arahuetes,
da Universidade Pontifícia Comillas, duvida do alcance das medidas.Vai
afetar um número muito reduzido de pessoas, ligadas à construção
civil, diz o economista. Mas a crise se espalhou Arahuetes acha que
o governo deveria reduzir os encargos trabalhistas e os custos de demissão
para incentivar as empresas a contratar por tempo indefinido. Ele defende
medidas orientadas para O governo também
procura reestimular a atividade econômica com um aporte de €47
bilhões para o Instituto de Crédito Oficial (ICO) emprestar
para pequenas e médias empresas e para famílias com a renda
mais comprometida. Segundo funcionários da equipe econômica,
é o maior orçamento da história do ICO, que antes
fornecia créditos apenas para investimentos. Os economistas do
governo acham que o déficit nas contas externas e o endividamento,
as maiores vulnerabilidades da economia espanhola, devem retroceder. Entre
janeiro de 2008 e de 2009, o déficit comercial caiu de € 8,6
bilhões para € 4 bilhões, apontaram eles. A queda se
deu por causa da redução do preço do petróleo
e da diminuição das importações, decorrente
da própria Ao lado da Alemanha,
a Espanha foi o único país europeu que conseguiu manter
suas cotas de exportação nos últimos dez anos. Os
outros perderam espaço para os produtos chineses. Agora, a Copyright © O Estado de S. Paulo. Todos os direitos reservados |
| Anterior |