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NY
sobe 4,68% com caça às pechinchas |
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LOURIVAL
SANTANNA |
Sexta-feira,
17 de outubro de 2008
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NOVA YORK A Nasdaq, que concentra
ações de empresas de alta tecnologia, também teve
alta de 5,49%, animada por uma declaração do presidente
da Microsoft, Steve Ballmer, segundo a qual "ainda faria sentido
economicamente" uma aquisição da Yahoo. A frase provocou
alta de 10,6% nas ações da empresa, combalida por resultados
fracos e pela concorrência do Google. O dia começou
sombrio em Nova York, com quedas fortes nas bolsas da Ásia, em
especial a de Tóquio. O índice Nikkei fechou em queda de
11,41%, a segunda maior desde a "segunda-feira negra" de outubro
de 1987. Este ano, o Nikkei caiu 45%. Mesmo com a alta de ontem, o Dow
Jones registra uma perda de 35% em 2008. As compras de ações
se intensificaram nos últimos 90 minutos do pregão, impulsionadas
pelos preços baixos e pelas notícias consideradas positivas,
dentro do cenário de recessão tida como certa. As fortes
quedas dos últimos dias também vinham sendo impulsionadas
no final do pregão. Outro dado positivo
veio do mercado de trabalho. Os pedidos de seguro-desemprego durante a
semana encerrada no dia 11 registraram uma queda de 16 mil, chegando a
461 mil. Foi a segunda redução semanal consecutiva, depois
de quatro semanas em que o índice vinha subindo. Os analistas previam
que haveria 470 mil pedidos. Já o preço do barril de petróleo fechou ontem em Nova York abaixo dos US$ 70 pela primeira vez desde agosto de 2007. O barril do West Texas Intermediate caiu para US$ 69,85, uma queda de US$ 4,69 em relação a quarta-feira. A redução se seguiu à divulgação, na quarta-feira, pelo Departamento de Energia, de um aumento expressivo das reservas americanas. Elas subiram 5,6 milhões de barris, chegando a 308,2 milhões na semana concluída no dia 10. O mercado esperava um aumento de apenas 2,2 milhões de barris. Em Londres, o barril do petróleo do tipo Brent também caiu US$ 4,48, fechando em US$ 66,32. Copyright © O Estado de S. Paulo. Todos os direitos reservados |