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Presidente polonês
diz que não espera subsídio alto |
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| LOURIVAL
SANTANNA Enviado especial |
25/2/2002
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VARSÓVIA "O fato de a
Polônia estar entrando na União Européia vai ser bom,
porque vai levar à reavaliação das políticas
agrícolas, não contra a Polônia ou qualquer outro
país, mas em favor dos países em desenvolvimento",
entusiasmou-se Fernando Henrique, falando, mais tarde, a uma platéria
de 148 executivos poloneses e 54 brasileiros, num fórum empresarial.
"Nossa resposta
à política de subsídios é aumentar nossa produtividade
para torná-la cada vez mais cara para os países que a sustentam",
alertou o presidente, assinalando que, de 1991 a 2000, a produção
brasileira de grãos saltou de 56 milhões de toneladas para
100 milhões, sem ampliar a área de plantio. "Entendemos
que é impossível cortar subsídios de uma hora para
outra, mas poderíamos chegar a um meio termo." O Brasil e
a Polônia negociam um acordo fito-sanitário e outro zoo-sanitário,
que abriria caminho para o comércio de carne e de produtos agrícolas. Copyright © O Estado de S. Paulo. Todos os direitos reservados |