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Isolamento: Cortar todos os canais de comunicação
entre a cúpula e a base do PCC, isolando os líderes em presídios
especiais, por tempo indeterminado. Monitorar suas celas 24 horas por
dia e colocar agentes de inteligência para fiscalizar diretores
e carcereiros.
Rede de órgãos: Juntar representantes do Judiciário,
corregedoria dos presídios, Ministério Público, Polícias
Militar e Civil e Administração Penitenciária, com
a função de identificar os erros e desenvolver programas
coordenados de reparação dos problemas.
Inteligência: Estruturar uma poderosa unidade direcionada para
estudar em profundidade as principais redes criminosas, identificar líderes
e suas diferentes responsabilidades, a logística do crime - em
especial rede de comunicação e sistema financeiro -, os
policiais e outras autoridades corruptas envolvidas.
Planejamento: Com as informações obtidas, construir
cenários para planejar as ações de prevenção
e combate ao crime.
Acordos: Pôr fim às concessões ao crime organizado.
Restringir as negociações ao Ministério Público,
por meio da delação premiada, em troca de informações
efetivamente úteis para o combate ao crime.
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